segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Memórias do Silêncio

Numa linda tarde sombria;
Em silêncio enquanto pensava;
Sorriu feliz...
Enquanto uma lágrima rolava.


Os campos floridos...
Nas primaveras passadas;
Tempos idos, memórias esquecidas;
Onde jaziam belezas escondidas;
Perdidas... algo que ela não mais encontrava.


Observando da janela onde estava;
A chuva que caía; o vento que soprava;
E as flores que com seus espinhos;
Levaram consigo todos os seus sonhos.


Abriram em seu coração uma ferida;
Com sua dor que não pára;
Não importa o quanto dure a vida;
Uma simples despedida...
É algo que o tempo não sara.


Uriel

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