segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Um sopro

Meus olhos vêem através da vidraça,
A escuridão... um sopro de vida,
Uma lembrança. Uma despedida.
A noite passa... mansa e calma.

Fonte inesgotável de sonhos,
Traz nela meus anseios,
Uma esperança. Sem medida.
À espera pelo alvorecer de minha alma.

Que não desespera mesmo tardia,
De ser tua maior recompensa!
Até que um novo dia nasça,
Ter alegria junto à paz de tua presença.

E a noite passa... sem ter volta!
Essa é sua beleza destemida.
Não retorna, só tem ida.
Chega então o amanhecer.

E a luz finalmente brilha,
Em seus infinitos segredos,
Tão singelos e simples... seus medos,
De ser luz e simplesmente não ver.

falling.boy

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