segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Setembro Pálido

És o que nega insensivelmente a si próprio.
Tentando encontrar um lugar ao qual pertença.
Enquanto a escuridão se torna madrugada,
O que aqui havia não importa, és a recompensa.

Torne tua ausência longa esta noite,
Até que ela se torne manhã, viva, imensa.
És outra pessoa e o eco em ti é silêncio,
És estranho a ti mesmo e distante,
Repentinamente recordas do passado...
És tudo aquilo que pensa.

Sem direção,
Tua vida por um fio,
Setembro pálido,
Teu coração gelado e frio,
És tu mesmo, és ofensa.


fall!ng.....b°y

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