quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Nonsense Pills - Part 11

1. Ter a consciência limpa.
Depende muito. Tem uns que precisam de faxineira pra ajudar na limpeza.

2. Devagar se vai longe.
Se vai longe, mas só quando se sabe onde vai. Se pode também ir rápido se a viagem for mais curta.

3. O que é que consegue deter a queda de cabelo?
O chão.




"just like... wondering and thinking of dirty, suspicious minds".
by Elvis P.




falling(_/_)(_\_)b0y

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Buraco sem Fundo

Será que o entendimento hoje se tornou um buraco sem fundo?
Temos a falsa sensação de que evoluímos ao longo do tempo, mas continuamos se não estagnados, regredindo.
As discussões são cíclicas, chega certo momento em que se repetem as mesmas falácias.
Falo de tudo o que se vê por aí, e todos os que defendem com unhas e dentes seus pontos de vista como se fossem a única salvação da terra.
Estamos na era do auge do ridículo, pessoas se ofendem justificando opiniões, se achando extremamente intelectuais.
Discursando sobre todo esse lixo que já fizeram para nosso consumo.
Se julgam intelectuais, mas que escrevem errado e se acham os donos imortais da razão.
Defender opiniões agora na maioria das vezes é sinônimo de ofensa, humilhação, mostrar superioridade.
O problema é que a grande maioria defende um moralismo careta, busca distância da diversidade e bate no peito com orgulho. Uma pena.
A última moda são pessoas se trucidando em um palco de horror, em nome de um esporte ou nem tão esporte assim, vistas por bilhões de pessoas que acham tudo maravilhoso e perfeito. Normal.
Não conseguem ver que tudo isso é feito apenas pelo dinheiro, espetáculo sujo e indigno, jogada de consumo que não tem nada de bonito.
E mesmo assim todos simpatizantes aplaudem de pé.
Posso estar sendo exagerado e não sou nada inteligente, me desculpem, sou apenas comum.
Acho que já atravessamos o fundo do poço no nível de cultura e respeito toleráveis para aqueles que se dizem civilizados.
Sinceramente não sei o que dizer, precisamos aprender a ser civilizados uns com os outros. Respeitar opiniões, filosofias de vida, gostos, amores, escolhas é uma utopia deslavada, algo extremamente difícil. Temos e vemos a semente do preconceito em tudo.
Mesmo assim precisamos deixar de ver a violência e a banalidade da vida como coisa normal. Preciso ser bem maior do que tudo isso. Perder tempo só com o que me faz bem.
O bonito mesmo, é ser diferente.



fall!NGB0Y )(

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A cor cinza

Hoje o céu está com uma cor bonita de cinza aquarela, e a chuva cai lá fora. Posso ver aqui de onde estou.
Jamais pensei que fosse gostar de coisas assim.
Dias de chuva podem ser bons, mesmo que essa beleza que vemos esteja escondida.
Ver o lado bom de tudo depende somente de nós mesmos. E sermos bons também.
O dia hoje esboça seu sorriso peculiar. Aprendamos a sentir esse momento.
Tudo se repete e me ajuda a entender quem sou. Se repete e te ajuda a entender quem és.
Paz e alegria!



fall!ng.b0y

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Errado (pas de problème!)

As coisas dão errado.
Isso é óbvio, mas é sempre bom afirmar isto de vez em quando, pra não fugir da memória.
O que não sei explicar é por que elas dão errado. Alguém entende onde quero chegar?
Falando em memória acho que às vezes ela nos prega peças. Acontece de acabarmos esquecendo das coisas importantes, ou talvez nem tanto.
Tipo uma anorexia mental, que esgota a gente que tenta ser um cara bacana e tudo e tal. Errar é muito humano e ficamos reféns de nós mesmos.
Temos exigências demais conosco, seres comuns, mas sabe como são as coisas, tudo passa.
Tudo acontecendo ao mesmo tempo é por demais insano.
Deixamos coisas pra trás e por mais que se tente dizer ok, mas quem é que não vai lembrar disto? A gente mesmo acaba esquecendo de tanta coisa e de vez em quando somos jumentos, concordem.
Não podemos confiar nas lembranças. Elas às vezes nos causam problemas, e ter problemas pra resolver nem sempre é sinônimo de competência ou sucesso.
Às vezes coisas importantes que precisamos saber simplesmente desaparecem pra não mais voltar.
Melhor nem comentar essas coisas que não são boas.
Precisamos estar acima dos pobres mortais e não digo isso por ser diferente nem por destaque ou por qualquer coisa que seja. Não vejamos isso como pressão cotidiana.
Tudo o que for viável para a satisfação e a nossa alegria, ótimo. Precisamos gostar de nós mesmos, nos achar interessantes, feios, bonitos, ridículos até. Tudo ótimo pois isto nos faz bem.
Precisamos nos elevar e pensar só no bom e no bonito dessa vida, e também no barato, se for o caso.
Aquilo que a gente precisa pra se sentir útil é sempre ter que fazer alguma coisa?
Veja bem, nem sempre se está no espírito de se fazer algo decente e convenhamos, erros acontecem com todos nós.
Eles teimam sempre em estragar a gente e tudo o que está ao nosso redor.
Em certos momentos podemos até adorar a possibilidade impossível de que, se eles tivessem evaporado do dicionário seria lindo por serem incômodos por demais e atrapalhar nossa vida.
Mas enfim, negócios à parte, eles até tem seu mérito.
Eles nos ajudam sim e, se entendermos as coisas da forma certa, eles podem até nos tornar pessoas melhores.
Então queridos problemas, eu vou lhes dar um aviso certo?
Não nos enlouqueçam pois não queremos cansar nossa beleza interior pensando em vocês, seus ordinários.
Sejam legais, e se tiverem que aparecer que seja bem pouco, obrigado.
Agora precisamos voltar pra vida normal, com licença.



(em vertigem mental inconsequente...)


fa((!n6 bOY

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Virar Socialite

Nesta manhã ensolarada de trabalho estive pensando em como buscar formas de enriquecer. Já que a coisa anda tranquila e permite ter estes luxos. Ter tempo pra pensar nessas coisas em pleno expediente é algo raro. Tempinho livre para divagar sobre objetivos, ou seja, coisas que se almeja conquistar mas sem ter idéia de método e do exatamente como.
É sempre a mesma coisa a cada início de ano, novos velhos objetivos.
Ter o corpinho sarado dourado do verão, um grande amor na vida e a conta do banco recheada ao ponto de estar despreocupado com esse detalhe da vida.
Isso significa viver... só viver mesmo. Viver direito.
Imagine a situação de toda pessoa que em sã consciência precisa de grana. Quem é que nunca quis ser rico, bem sucedido famoso capa de revista?
Queria ser mulher e virar socialight. How beautiful it would be.
Agora... ser bem sucedido nos negócios é outra coisa, bem diferente e distante da realidade comum. Distante exatamente por isso: que raios de negócio será esse, que não me aparece num acesso raro de clarividência?
Se alguém descobrir o que é esse tal de negócio me avise.
Incrível foi estar estes tempos em off da vida, há bem pouco tempo atrás, e ter sonhado nitidamente ser o marido da Elisabeth Bishop, escritora famosa e estar em uma casa de campo maravilhosa, sem razão ou explicação aparente.
Estávamos lá nós dois, sentados conversando e tomando chimarrão, veja só o disparate. O chimarrão devia ser inglês eu acho.
Seria ótimo se não fosse apenas um sonho. Melhor ainda seria se não fosse o detalhe de que ela era lésbica convicta.
Portanto eu estava no lugar errado, com a pessoa errada. Lugar lindo mas a situação nem se fala.
Acabou ali mesmo o meu mais novo objetivo de 2012 que caiu no lugar comum de qualquer pessoa e que é... pensar em ganhar ou apenas ter, dinheiro. Ter não é nada fácil. Sonhos são apenas sonhos, não probabilidades.
Por enquanto vou vivendo a rotina, despreocupado com esses objetivos made in china: que são iguais aos que todo mundo tem no ano novo. Tipo feitos em fábrica.
É... até nos objetivos, mesmo que novos, as coisas se repetem. Simplesmente acho que o dinheiro não me pertence. Nem as idéias geniais e cheias de originalidade.
Adeus glamour, riqueza e empreendedorismo... fui pensar em outras coisas banais.
Até logo.



f.@LL!NG>)B0Y