segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Tuas próprias mãos, sempre

Deves guardar o silêncio. Em tuas próprias palavras.
Deixar de buscar o incômodo, realidade, mentira ou verdade, ficção que sempre inventas.
Pare.
Não seja injusto contigo mesmo, com aqueles que te amam, com aqueles que amas.
A alegria, a tristeza... acontece e passa e os designios acontecem sempre em segredo.
Como a chuva que molha a terra e some e não podes ver (mas ela está lá).
Não sejas violento contigo. Não sofras.
(Dizer isso é literalmente uma contradição em todos os sentidos que possas imaginar).
Mesmo que todos os indícios, ou como costumamos dizer: caminhos, se fechem aos teus passos.
Busca o impossível com a ajuda das tuas próprias asas, mesmo que enganes tuas crenças tão queridas (que podemos chamar de teus sentimentos).
Alcance o infinito, teu próprio infinito, pelas tuas próprias mãos. Sempre existirão felicidades.
Todas elas tem seu próprio gosto.
Tu, mesmo pequeno serás uma porta sempre aberta.
Admira com amor (e não esqueças) as cicatrizes do teu próprio rosto.

 

Para ler ouvindo: Tom Waits - Goin' Down Slow (The Early Years - Volume 1)





fall!ng.|.b0y

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário!!